Empresas buscam padronização de contabilidade

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Juliana Ennes, de Glasgow

“Ser bons defensores da natureza é sempre bom para os negócios e para a sociedade.” A frase de Cristina Gil, diretora executiva de sustentabilidade da Suzano, resume o incentivo de boa parte das empresas privadas para atuarem nas chamadas soluções baseadas na natureza.

Cristina participou de painel “Soluções baseadas na Natureza como alavanca da solução da crise climática” na COP26, ao lado de Alessandra Fajardo, diretora da Bayer, Valerie Kapos, chefe do programa de Climate Change and Biodiversity do centro de monitoramento e conservação da ONU (UNEP WCMC). Virtualmente, estavam presentes também Teresa Vernaglia, CEO da BRK Ambiental, e Henrique Luz, coordenador técnico do CEBDS.

As soluções baseadas na natureza têm cada vez mais servido como alavanca para uma maior participação do setor privado na solução da crise climática.

Segundo a Suzano, a empresa faz mais do que exigido por lei, em termos de conservação de florestas e, consequentemente, de espécies animais. “Dos 2,3 milhões de hectares de terra que a Suzano possui, quase 1 milhão está em conservação. São habitats da Amazônia, do cerrado, da Mata Atlântica. Restauramos continuamente áreas degradadas. (…) Estamos protegendo habitats críticos. É realmente importante e, como negócio, torna você mais resiliente,” explica a diretora.

Cristina ressaltou ainda o benefício social de muitas das medidas ambientais. “Se incentivarmos certas atividades que estão em harmonia com a natureza, as comunidades locais terão melhor qualidade de vida, vão poder sair da pobreza e proteger o meio ambiente,” completou.

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