Estudos de caso apresentam soluções setoriais

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A Business for Nature, coalizão global que reúne organizações empresariais e do terceiro setor para dialogar com o governo sobre políticas ambientais, apresentou estudos de caso acerca de ações integradas de companhias sobre o clima e a natureza. O evento faz parte da programação paralela da COP26 e buscou mostrar estratégias de enfrentamento dos desafios relacionados à degradação da terra, à insegurança alimentar e hídrica e à desigualdade social.

Os estudos apresentam ações desenvolvidas por empresas de diversos continentes e setores, tais como de bens de consumo, financeiro, alimentício e de papel e celulose. A Suzano é a única empresa brasileira no grupo, e o estudo de caso sobre a empresa destaca resultados obtidos nas áreas social, ambiental e financeira.

Ao longo dos últimos 20 anos, a Suzano tem acompanhado dados climáticos que impactam a produtividade de suas operações. Após a fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria, em janeiro de 2019, a nova empresa tornou-se a maior produtora de celulose do mundo e adotou metas ainda mais ambiciosas. A partir da árvore, base dos seus negócios, direciona suas ações para o clima, a natureza e as pessoas, por meio de seus Compromissos para renovar a vida.

As ações mencionadas no documento envolvem manejo florestal, engajamento com a conservação da floresta natural, promoção da biodiversidade e proteção dos serviços ecossistêmicos, ao mesmo tempo em que reduz a pegada de carbono nas operações.

Jornada da Sustentabilidade

O estudo de caso apresenta um histórico da jornada de sustentabilidade da empresa a partir de 2001, quando lançou o Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT), reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos maiores programas privados de conservação da biodiversidade e de restauração ambiental do mundo.

Até 2018, a Suzano manteve investimentos em restauração, conservação e capacitação de comunidades locais em práticas agrícolas sustentáveis. As iniciativas foram reforçadas a partir de 2019, ano em que a empresa realizou uma análise sistêmica completa dos desempenhos social, ambiental, financeiro e de governança.

A iniciativa resultou no lançamento da Central de Indicadores, que divulga o desempenho de práticas ambientais, sociais e de governança, conhecidas pela sigla ESG, por meio de 430 métricas.

A partir das informações apresentadas pela Central de Indicadores e da interlocução com stakeholders e colaboradores, a Suzano pôde criar uma estratégia robusta, na qual divulgou 15 metas de longo prazo alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030. Em outubro, durante evento pré-COP26, realizado para jornalistas, a empresa anunciou a antecipação de uma dessas metas: remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2025, cinco anos antes do estabelecido.

 

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